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Postado por em nov 26, 2018 em Notícias, Slides | 0 comentários

Audiência Pública no Senado indica CPI para apurar rombo do POSTALIS

Audiência Pública no Senado indica CPI para apurar rombo do POSTALIS

Na última terça-feira, dia 20 de Novembro, o dirigente da FINDECT e do SINTECT-RJ, Marcos Sant’Aguida, participou de mais uma audiência pública para tratar de questões relacionadas ao Postalis.

A Audiência Pública na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) do Senado foi solicitada pelo Senador Paulo Paim. Ela foi importantíssima por colocar em debate a situação dos fundos de pensão de estatais e a situação comum de rombo e encargo sobre os trabalhadores, que estão sendo obrigados a pagar por dívidas que não contraíram.

Marcos Sant’Aguida mcobrou um posicionamento do interventor do Postalis para a queda da reserva de poupança dos trabalhadores, denunciou a dívida do BNY Mellon com o fundo, cobrou medidas para o pagamento e defende a realização de uma CPI exclusiva. Vale ressaltar que ele foi eleito para a Diretoria de Benefícios do Postalis, mas foi impedido de assumir seu posto devido ao posicionamento da PREVIC em relação à intervenção.

QUEDA NA POUPANÇA

Sant’Aguida cobrou diretamente de Walter Carvalho Parente, interventor do governo Temer no Postalis, posicionamento sobre a reserva de poupança dos trabalhadores, que vem sendo reduzida mês a mês, como é constatável nos extratos. O interventor se esquivou e não respondeu esse questionamento, o que é no mínimo temeroso.

E COMO FICA A DÍVIDA?

O representante da FINDECT também denunciou a ação fraudulenta do banco norte-americano BNY Mellon. O banco era responsável por administrar investimentos com os fundos do Postalis e foi responsável direto pelo prejuízo de mais de R$ 5 bilhões, causados por uma série de erros administrativos e atitudes questionáveis. Esse valor é devido ao fundo, e Sant’Aguida solicitou apoio dos parlamentares para que algo fosse feito, de modo que os trabalhadores não tenham que pagar uma dívida que não é de sua responsabilidade.

É preciso garantir que o BNY Mellon e todos os devedores do  Postalis paguem suas dívidas. Somente assim será possível acabar com essa enorme injustiça, que é fazer os trabalhadores dos Correios, aposentados e ativos, pagarem pelo rombo resultante de má gestão e ações fraudulentas.

VOZ AOS TRABALHADORES

Marcos Sant’Aguida também questionou o fechamento de portas para os trabalhadores pelo interventor do governo Temer. Com isso, os maiores interessados e prejudicados com a situação do fundo não estão podendo participar das decisões e dos rumos definidos pela intervenção.

REPRESENTANTES DA CATEGORIA

Foi denunciado também o fato de que representantes dos trabalhadores, eleitos para a Diretoria do Postalis, foram  impedidos de tomar posse por decisão do governo e devido à intervenção. Esses diretores eleitos iriam assumir e comandar uma auditoria, para esclarecer toda a situação e para verificar as ações executadas pela intervenção.

CPI DO POSTALIS

Um dos pontos fundamentais da audiência tangenciou a elaboração de uma CPI específica para investigar e levantar todas as irregularidades existentes no Postalis, com vistas a mudar a situação atual, em que o trabalhador da ativa e aposentados está pagando toda a conta sozinho. Essa proposta precisa do apoio dos parlamentares para sua realização.

ASSISTA À FALA DO DIRIGENTE DA FINDECT, MARCOS SANT’AGUIDA, NA AUDIÊNCIA PÚBLICA:

Marcos Sant´Aguida – Diretor da FINDECT

Audiência na CDH – Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa para debater os Fundos de Pensão das EstataisTV Senado 20/11/2018

Posted by Correios do Brasil – Funcionários on Tuesday, November 20, 2018

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